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Moda nas Olimpíadas

Se moda não importasse, o barrete frigio usado pelos insurgentes na revolução francesa não teria se tornado símbolo da liberdade e mascote da atual olimpíada na França.

Outra prova sobre a importância da moda foi look do porta bandeira da delegação palestina. A camisa estava bordada com mísseis em um dia ensolarado atingindo crianças. Ele não perdeu a oportunidade de comunicar o que está acontecendo no seu país.

E os collants da ginástica artística? Eles viraram pauta e podem elevar a segurança e autoestima das atletas.

Moda importa! Moda é sobre política e narrativa de imagem, seja individual ou coletiva.

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COB e Riachuelo

O que está por traz do look das Olimpíadas?

Fato que a sociedade vem debatendo o looks de abertura produzidos pela Riachuelo para o COB. Fato também que já vimos diversas opiniões contraditórias.

Mais verdade ainda é que independente se feio ou bonito, representativo ou não, fica o aprendizado de que MODA IMPORTA e nenhuma decisão é aleatória.

Faltou respeito pela nossa cultura, pelos nossos atletas, pelos nossos designers e em uma sociedade onde se faz necessário ter um olhar interseccional… moda é política e política versa sobre interesses.

Me conte… o que você pensa sobre o que eu levantei? O Brasil perdeu ou não uma grande oportunidade de mostrar sua moda e melhor imagem para o mundo?

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Com desfiles e novas coleções, setembro é um mês animado para a moda

Setembro é um mês movimentado para a moda. Assim como maio. Em setembro, a primavera acrescenta cor e brilho, enquanto em maio pensamos em nos proteger do frio e da chuva.

São meses de lançamento de coleções e desfiles. Algo que foi perdendo força quando a indústria da moda passou a lançar coleções semanais. Ainda assim, há uma mudança climática, no estilo de vida e comportamento do dia a dia.

Com o Sol saímos mais de casa, vamos mais às ruas e sorrimos mais. Comportamentos que podem ser explicados inclusive cientificamente. Por isso, ainda é importante celebrar. 

É com esse intuito que vejo as marcas de moda se movimentando. Shoppings fazendo eventos! Esses eventos de moda são momentos de reencontro dos profissionais da área, oportunidade de diálogos sobre moda e um presente para o olhar além do street style e das vitrines. 

Foi assim que o Salvador Shopping enredou um desfile em sua Praça Central na última quinta-feira (9/9). Desenvolveu uma narrativa inspirada na vida e obra de Frida Kahlo. Com muitas cores, brilho e ousadia, tal como a homenageada. Frida é referência de força e símbolo feminista, por seu trabalho e liberdade no viver. 

Imagens Beto Foto

As tendências e principais looks farão parte de uma exposição instalada em pontos estratégicos do Shopping até o dia 25 de setembro. 

O tema calhou, inclusive, porque o shopping receberá a exposição imersiva “Frida Kahlo – A Vida de um Ícone”, que desembarcara no Salvador Shopping no dia 5 de outubro. 

Eu estou ansiosa para a imersão! E vocês?

Este texto foi originalmente postado no Aratu On https://aratuon.com.br/colunista/kikamaia/moda/com-desfiles-e-novas-colecoes-setembro-e-um-mes-animado-para-a-moda

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Moda masculina de produção local como opção para o Dia dos Pais

Ainda não comprou o presente do Dia dos Pais? Vou te dar sugestões de presentes para os papais estilosos e que gostam de moda. Dá tempo! E todas as marcas listadas a seguir são daqui da Bahia.

Uma marca já consolidada no mercado soteropolitano é a Euzaria (@euzaria_). A marca, além de fazer moda, já foi engajada em diversos projetos sociais na cidade. Hoje, a cada peça vendida, há uma contribuição que garante um dia de aula para um jovem, através da parceria com o Instituto Aliança.  

Uma opção saída do forno são as camisas lançadas pela Preta Brasil (@pretabrasil). A marca idealizada por Luana Bonfim entrega pra Salvador uma moda afetiva que inspira liberdade para ser quem é. 

Para os papais que gostam de sofisticação, temos como opção a Ateliê 2 (@atelie_2 ). Na marca você encontra produtos de couro produzidos a mão, a exemplo de pulseiras, necessaires e objetos de decoração.

Como curtir um praia com o pai será sempre uma opção, em Salvador, também temos indicação de moda praia, um dos maiores mercados de produção local. Você sabe se a marca onde compra produz e gera emprego na cidade? Existe essa possibilidade! E uma dessas marcas é a Vivire (@universovivire), que conta com algumas estampas exclusivas, o que pode agradar o papai mais exigente, que gosta de se sentir especial.

Quem acompanha o cenário de moda local já ouviu falar da Meninos Rei (@meninosrei), assinada pelos irmãos Júnior e Céu Rocha. Quem ainda não conhece, vai encontrar uma marca de empreendedores que valorizam o estilo, a ousadia e a originalidade. A marca usa de estampas e modelagens que valorizam a ancestralidade africana.

E aí, gostou das dicas? 

Este texto foi postado originalmente no Aratu On https://aratuon.com.br/colunista/kikamaia/moda/moda-masculina-de-producao-local-como-opcao-para-o-dia-dos-pais

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Está todo mundo falando e desejando coturno tratorado, não é?

No meu subconsciente, o coturno esta atrelado à subcultura e ao vestuário masculino, mas procurei mais informações para saber se não estava enganada. Eu não queria ler sobre sapato com perneira ou bota sem cadarço. Queria ver umas referências históricas do coturno como ele é.

Vi imagens de botas na história de diversas culturas. Vi as botas dos cavaleiros mongóis, onde haviam peças de metal que protegiam suas pernas e davam estabilidade durante a montaria. Vi botas nos esquimós que serviam como proteção ao frio e, por isso, precisavam ter pelos. E na Europa Ocidental, as botas aparecem em tradições folclóricas. O traje português é um exemplo. Mas, nenhuma delas apresentava o cadarço do coturno atual. 

Os sapatos que mais se assemelhavam aos coturnos eram os da primeira guerra. Os sapatos com perneiras dos oficiais ocidentais e as botas de algumas imagens russas. 

Fui finalmente buscar o coturno nas subculturas mais recentes e o encontrei calçando alguns poucos motociclistas dos anos 50. 

Foi ao ver as imagens da subcultura dos skinheads dos anos 60 que tudo fez sentido. Já que os skinheads pensam de forma nacionalista, assim como os russos na 2ª Guerra. Nessa época dos primeiros skinheads, os coturnos eram combinados com calças, jeans, suspensórios e casacos com pele de carneiro. 

Não esquecendo que, em diversas outras subculturas – o que você pode chamar também de culturas contestadoras à dominante -, os coturnos foram expressões de rebeldia. Punks, roqueiros e metaleiros são exemplos. 

E hoje? Por que estamos falando e desejando comprar coturnos? Vale lembrar que na coleção INVERNO de 2020 da Prada os coturnos tratorados foram desfilados. Tinha até bolsinha na bota. Os lançadores de tendências usaram, viraram chacota, a bolsinha saiu e agora em 2022 tem coturnos tratorados em uma infinidade de marcas. 

Como usar? Para saber como usar uma peça da moda é só lembrar o que ela agrega ao look. No caso do coturno, ele traz peso e rebeldia. Se o coturno for tratorado, o look fica ainda mais pesado.

Na hora de escolher é indispensável levar em consideração a variação de cor do couro. Um coturno branco ou bege vai causar menos impacto visual se estiver em uma composição com roupas de cores próximas e mais leves.

Ah! Uma característica do coturno é o cadarço fechando a abertura na frente. As vezes os designers substituem ou agregam fivelas. 

E aí? Vai usar?

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Nada que você vista vai te trazer o prestígio que os homens têm.

Vou, de inicio, preparar vocês para me odiarem um pouquinho. O que venho publicar pode causar um certo desconforto, principalmente sendo dito por uma consultora de moda e imagem.

Vamos combinar? Nada que você vista vai te trazer o prestígio que os homens têm. Nós mulheres podemos vestir o mesmo terno, calçar o mesmo sapato, ter o mesmo corte de cabelo e ainda assim não teremos o mesmo olhar para a nossa competência. Exemplo disso? Os homens trans. 

Surpresa? No fundo não, né? Porque muitas de nós já passamos por isso! Sabia mais que ele, estava até mais bem vestida que ele, mas a promoção chegou para ele e não para ela. 

No meu caso, mesmo tendo o estudo mais aprofundado sobre moda, já me deparei com homem de conhecimento raso com ousadia para não me deixar falar. Quem presenciou ouviu os despautérios ditos.

Diante tudo isso, eu, enquanto crítica do meu próprio trabalho, vinha me questionando se não reforço o prestígio dos signos e das roupas vestidas pelos homens. Principalmente quando eu prego sobre os significados de cada peça. Quando falo da formalidade versus a informalidade de cada roupa. 

Tecido rígido? Formalidade!

Tecido fluido? Informalidade.

Pele mais coberta? Formalidade!

Mais pele à mostra? Informalidade.

Linhas retas? Formalidade!

Linhas curvas? Informalidade.

É cabível entender assim? Mais formal o que vem sendo, ou foi originado, pelo vestir dos homens? 

Outro ponto: será que eu também não estou reforçando o abismo das diferenças de gênero? Quando digo que babado é lido como romântico, delicado, e a risca de giz como mais imponente. Isso não reforça a opressão sobre as mulheres?

Pois bem, ao ler o livro “A Moda e o Cérebro”, de Nathalia Anjos, entendi que diante da neurociência você não consegue desconstruir os signos se não souber os seus significados. Eu não compreendia e me via indignada ao ver a ciência sendo usada para manutenção de opressões. Mas agora eu sei o porquê. Eu acredito no avanço da humanidade para um futuro melhor, e tenho enraizado em mim que a ciência pode – e deve – ser usada para isso.

Meu maior e melhor output este ano foi entender que para desconstruirmos as opressões através da moda precisamos “bugar o sistema”. Como fazemos isso? Usando os diversos signos em camadas e não nos colocando em caixinhas. 

Contem comigo enquanto consultora e militante feminista.

Este texto foi originalmente postado no Aratu On https://aratuon.com.br/colunista/kikamaia/moda/podem-saber-mais-usar-terno-mulheres-ainda-nao-tem-o-mesmo-prestigio-que-os-homens

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O mundo está pedindo cor

Após um período mundial sombrio, onde a sociedade viveu sob tensão e perdas, o verão está chegando e as cores estão transparecendo o escape emocional de muita gente. 

Cada cor abstrai do subconsciente coletivo uma sensação. Essas respostas imagéticas das cores tem motivos construídos durante séculos. Entretanto, a construção individual, diante de experiências diversas, pode fazer com que a pessoa vá de encontro ao que uma sociedade entende.

As cores fortes, brilhantes, e até o brilho mesmo, já foram usadas em outros períodos históricos onde a sensação de “curtir a vida” já se manifestou. No período pós guerra tivemos o movimento da Disco Dance que contrastava com o esoterismo dos Hippies. Esses dois movimentos cultivavam a vida por vieses diferentes, mas os dois tinham como proposta de visual uma moda colorida.

Pois bem, cor está na moda. A primeira delas o VERDE.  E porque ele? O verde da esperança de dias melhores e da fertilidade. Da vida… folhas novas que nascem. Em suas diversas variações: o verde lima, o verde abacate, o verde primavera. Tem verde para agradar todos os gostos. 

O laranja também tem sido muito citada para este verão. A cor do budismo, mas também do por do sol. Uma que não costuma ser lembrada antes do vermelho ou do amarelo mas não deixa de ser importante justamente por juntá-las. Apaziguando o perigo do vermelho e acendendo a luz do amarelo. É portanto o laranja uma cor agradável, combinação de luz e calor. 

O azul é uma das cores mais citadas como preferida. É a cor do céu e do mar, que nos remete à imensidão do infinito e nos acalma. É uma cor também associada à religiosidade inalcançável, o celestial. 

O rosa que está sendo visto mais facilmente hoje nas vitrines é o pink, que nos remete ao dinamismo, à criatividade. Mesmo a sociedade atribuindo o rosa à feminilidade, quando o o rosa é mais vibrante, temos uma quebra de expectativa. Não é à toa que ele também é chamado de “rosa choque”. Essa delicadeza que a sociedade atribui à feminilidade é demonstrada quando usamos o rosa bebê ou do rosa seco. 

Como muitos signos na moda as cores tem referências que simbolizam o que nos despertam as sensações. Citei apenas essas três cores, mas neste mundo pós pandêmico as cores reinarão. 

Ficam as questões: você vai usar a cor que está na moda? Usara cores que tem a ver com seu estilo? Ou sequer usará cores “vivas” mantendo-se nos neutros?

Este texto foi originalmente postado no Aratu On https://aratuon.com.br/colunista/kikamaia/moda/o-mundo-esta-pedindo-cor

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A moda reforça sua identidade própria ou te ajuda a se camuflar?

Eu lembro que, quando criança, odiava quando me vestiam igual às minhas primas. Principalmente quando a roupa não tinha a ver com a minha personalidade. Inconscientemente, eu rejeitava essa movimentação da família, comandada por quatro mulheres irmãs, que se viam nas filhas e projetavam nelas esse pertencimento. 

Eu queria ser eu! Mas criança nos anos 80 não tinha muito suas vontades respeitadas, não é mesmo? Cresci dizendo que odiava me vestir como “par de jarro”, mas não entendia o porquê. 

Hoje, adulta, trabalhando como consultora e estudiosa da moda eu entendo que peças de roupas podem te destacar em um grupo ou te camuflar. Se você se veste da mesma maneira que a sua bolha isso pode significar que você está em sintonia com este grupo ou que você espera ser aceito por ele, sem confrontá-lo. 

Não é difícil vermos por aí exemplos de identificação. Quando, por exemplo, uma pessoa pública começa a se vestir de acordo com o que seu público espera, para ser melhor aceito e consumido, ela se torna mais relevante entre os seus fã, com isso tem vantagens. Não é só o artista que influencia os seus seguidores, também tem características de quem admira que são adotadas de forma pensada e proposital. 

Não podemos esquecer também que em uma sociedade capitalista e classicista as pessoas que se vestem com o objetivo de demonstrar seu sucesso financeiro tem maior admiração. Seja esse sucesso real ou não. Aprofundando mais um pouco, buscando as ciências sociais e a psicologia, vamos entender que a importância enxergar em quem admira essa imagem de sucesso é de como ter a esperança da possibilidade de acensão para si. Algo vendido pelo sistema como possível é natural. 

Precisamos ter cuidado para não cair na armadilha de não se vestir de si para agradar ao outro. Isso pode até ser possível a curto prazo, mas a longo prazo se torna insustentável. É como colocar uma máscara e não conseguir mais retirá-la. Perde-se a identidade genuína.

Este texto foi originalmente postado no Aratu On https://aratuon.com.br/colunista/kikamaia/moda/a-moda-reforca-sua-identidade-propria-ou-te-ajuda-a-se-camuflar

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Cringe: quando uma geração nega a moda, também nega um comportamento

O termo cringe foi muito falado nos últimos dias, mas… o que ele tem a ver com a moda? 

Fato que os conflitos geracionais se repetem. Eles sempre existiram. As gerações mais novas tentam se autoafirmar negando as anteriores, entretanto, repetem as mesmas atitudes de negação que sempre existiram. Para isso, muitas vezes, consomem peças de gerações passadas repaginadas como se fossem novidades. 

Podemos citar aqui Belchior… 

“… Minha dor é perceber

Que apesar de termos feito tudo, tudo

Tudo o que fizemos

Nós ainda somos os mesmos

E vivemos

Ainda somos os mesmos

E vivemos

Ainda somos os mesmos

E vivemos como os nossos pais…”

Não é novidade para ninguém a teoria de que a moda é cíclica. Eu prefiro acreditar que ela é um “espiral”. Uma peça da moda que volta tem inspiração em outra de época passada. Ela sofre influência de fatos históricos similares, porém não tem os mesmos motivos para voltar a existir de forma idêntica. 

Ao analisar o que aconteceu recentemente, percebemos que quando uma geração nega uma peça usada por geração anterior, ela está negando mais que uma peça de roupa, ela está negando um comportamento.

A exemplo disso temos a ‘geração z’ negando o uso das calças skinny, muito usada pela ‘geração y’. As calças skinny são peças que marcam o corpo da mulher, as sensualizam, o que é o oposto do que a juventude atual faz com suas peças largas inspiradas no hip hop.

O irônico é entender que em ambas as peças existem o grito pelo empoderamento da mulher. Na calça skinny existe a intenção de poder mostrar o corpo sem ser julgada. Na calça larga, wide leg, existe o poder de usar o que quiser e não ter sua identidade de gênero e sensualidade questionada. 

Mesmo não percebendo, as gerações mais novas trilham caminhos que as anteriores já desbravaram. O que existe é uma troca entre as gerações. Elas se retroalimentam e assim segue a sociedade que evolui. 

Para o mercado que quer captar e vender, cabe entender o que cada geração que tem como cliente quer consumir.

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Príncipe de Gales, Buffalo, Madras… o xadrez é uma estampa para além do São João

Eita que chega junho e o xadrez sai da gaveta! Mas você sabe qual o seu estilo de xadrez? São muitos e você, entendendo o porquê gosta, pode usar ele durante o ano inteirinho. 

Buffalo: é aquele que já foi usado nos EUA como símbolo de rebeldia. Lembra o Vichy, mas no lugar do branco temos o preto e a estampa é grande. 

Já que falamos do Vichy… é o xadrez da toalha de picnic. Já foi muito usado nos anos 50 e transmite o misto de inocência e sensualidade das pin-ups

O xadrez típico das roupas de São João é o Madras. Colorido, não tem um padrão de cor pré estabelecido e é o xadrez que comunica alegria! Ah! É originário da Índia, que também gosta de cores na sua cultura. 

Xadrez Tartan: o xadrez escocês! Tradicional e cooptado pelos ingleses para demonstrar seu poder. Dele veio o xadrez Burberry que nada mais é que um tartã de cores neutras específico de uma marca. 

Xadrez Príncipe de Gales: o xadrez proveniente da alfaiataria masculina inglesa. Formal e sério!  Usado principalmente para nos deixar com a aparência de “mais profissional” já que é isso que está no subconsciente da sociedade.

Para finalizar, o pied de coq e o pied de poule: também originários da Escócia, porém mais recentes. Tradicional entre os fazendeiros criadores de animais. 

Tendemos a pensar que o que vem da Europa é “mais fino e rico”, mas isso é uma bobagem! Podemos nos livrar dessas amarras e usar o que nos faz se sentir bem, seja na época do São João ou qualquer época do ano. Você pode sempre usar o xadrez colorido se esse é o que te deixa feliz.

Este texto foi originalmente postado no Aratu On https://aratuon.com.br/colunista/kikamaia/moda/principe-de-gales-buffalo-madras-o-xadrez-e-uma-estampa-para-alem-do-sao-joao

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